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Classificado, Mirassol não deve usar Maião no restante da Libertadores
Estádio do Leão precisaria passar por adequações
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Classificado para as oitavas de final da Libertadores, o Mirassol não deve atuar dentro de casa no mata-mata. Isso porque o estádio José Maria de Campos Maia, em Maião, na Região de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, não atende às demandas da Conmebol.
Para as oitavas e as quartas, a entidade pede que as praças esportivas possam receber no mínimo 20 mil torcedores. O Maião, porém, comporta apenas 15 mil, metade do exigido para uma eventual semifinal — a decisão do título, cabe destacar, é disputada em campo neutro e jogo único.
Inclusive, em entrevista à TS Rádio, veículo da cidade de Mirassol, no final do ano passado, o vice-presidente Juninho Antunes declarou o Mirassol tinha indicado a Arena Mercado Livre Pacaembu como “segunda casa” do Leão na Libertadores.
Cenário na Libertadores
Disputando a Libertadores pela primeira vez na história, o Mirassol assegurou, na noite desta terça-feira (19), a classificação para as oitavas de final ao vencer o Always Ready, no Tigo La Huerta, em Assunção, no Paraguai, por 2 a 1, pela quinta rodada da fase de grupos.
Com o triunfo, em partida na qual utilizou uma escalação alternativa em meio à luta para evitar o rebaixamento no Campeonato Brasileiro, o Leão chegou a 12 pontos no Grupo G, enquanto Lanús e LDU, que se enfrentam nesta quinta-feira (20), somam seis.
Os albirrojos, que seguram a lanterna, com três pontos, precisaram mandar a partida no estádio paraguaio, com portões fechados, sem a presença de torcedores, por motivos de segurança, já que a Bolívia vive uma crise política e socioeconômica, o que impediu que o duelo acontecesse em El Alto.
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